K10³A Guimarães.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Não existe caridade sem verdade!
Só na verdade é que a caridade refulge e pode ser autenticamente vivida. A verdade é luz que dá sentido e valor à caridade. Caritas in Veritate E a verdade é uma Pessoa, JESUS CRISTO!
terça-feira, 29 de março de 2011
CNBB promove 1º seminário para Novas Comunidades
O seminário aconteceu na Casa de Retiros Jesus Crucificado e teve a participação de 35 pessoas.A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realizou o primeiro seminário para as Novas Comunidades. Estavam presentes bispos e representantes de 14 Novas Comunidades ligadas à organização internacional Catholic Fraternity, entre elas a Comunidade Canção Nova, que foi representada pela cofundadora, Luzia Santiago, pelo formador geral, padre Wagner Ferreira, e pela secretária geral, Vera Lúcia Reis.
Além da Canção Nova, participaram as comunidade Face de Cristo, Sementes do Verbo, Nova Aliança, Palavra Viva, Aliança de Misericórdia, Obra de Maria, Bom Pastor, Mar a Dentro, Arca da Aliança, Shalom, Doce Mãe de Deus, Pantokrator e Comunidade de Jesus.
Luzia Santiago enfatizou a surpresa com que recebeu o convite para o evento. “Sempre foi um anseio não só da Canção Nova, mas das demais comunidades por este diálogo com as Comissões da CNBB”, disse. “Espero que este seminário possa ser um momento para que nos deixemos conhecer, nos revelar, porque é somente conhecendo que se ama e assim podermos trabalhar mais pela evangelização do Brasil”, acrescentou.
Já para irmã Maria Angélica, da Comunidade Sementes do Verbo, receber o convite para participar deste encontro foi como uma “ação de graças”. Para ela, o seminário foi “um chamado para a comunhão, pois na Casa de Deus, que é nossa mãe Igreja, há muitas moradas, cada uma com uma cor, com um formato, mas formamos uma única Igreja”.
O assessor teológico das Conferência Nacional dos Religiosos (CRB), padre Márcio Fabri dos Anjos, disse que a apresentação de cada uma das Novas Comunidades revelou “uma espiritualidade que busca um sentido forte de vida para si próprio, não somente de forma isolada, mas também comunicativa, envolvente, eixo da relação e da alegria com um jeito de vida moderna e pós-moderna simultaneamente”.
“Existem dois inegáveis interlocutores persistentes nestas experiências: os jovens e os pobres. As Novas Comunidades resgatam o amor aos jovens e aos pobres e mostram uma face de compromisso com a mensagem cristã. Há, de fato, um desejo para se chegar aos pobres e aos jovens com uma mensagem de libertação”, observou.
Três questões marcaram a discussão dos participantes: qual a relação das Novas Comunidades com a Igreja diocesana? Quais desafios e dificuldades das Novas Comunidades hoje? O que esperam deste diálogo com a CNBB? Além disso, aconteceu também uma conferência de padre Wagner Ferreira da Silva, sobre a relação entre as Novas Comunidades e as Igrejas locais diocesanas.
Para o Bispo de Santarém (PA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, Dom Esmeraldo Barreto de Farias, este seminário possibilitou que as Novas Comunidades conhecessem melhor as propostas que a CNBB traz para o trabalho evangelizador e, por outro lado, o seminário foi um momento oportuno e eficaz para conhecer melhor a prática das Novas Comunidades.
Já para a membro do Conselho Geral da Comunidade Católica Shalom, Gabriela Dias, este seminário renovou ainda mais o desejo nas comunidades novas de serem colaboradoras dos bispos neste processo de evangelização. Para padre Wagner Ferreira este seminário foi uma grande oportunidade de se viver a comunhão eclesial.
Segundo o Bispo emérito de Catanduva (SP) e referencial do Setor Leigos da CNBB, Dom Antônio Celso Queiroz, “nada substitui a gente conhecer as pessoas, ter uma boa conversa com elas, conviver; enquanto não dermos estes passos não haverá planejamento no futuro, por isso, o encontro foi muito positivo”.
Os representantes das Novas Comunidades foram convidados a participar de uma reunião no próximo mês de abril, junto com o Setor Leigos, visando preparar o Encontro Nacional de Movimentos e Associações Laicais que acontecerá em 2012. Por outro lado, os membros das Novas Comunidades convidaram a representação da CNBB a participar, em julho, na cidade de Fortaleza (CE), do Encontro das Novas Comunidades.
Além dos representantes das Novas Comunidades, Dom Antônio Celso, Dom Esmeraldo e padre Márcio Fabri, participaram do seminário: Dom Celso Queirós (Bispo emérito de Catanduvas-SP), Dom Eduardo Pinheiro (auxiliar de Campo Grande-MS); Dom Bernardino Marchió (Caruaru-PE), Dom Antônio Carlos Altieri (Caraguatatuba-SP); irmã Cleonice Castro, da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB); Helena Paludo, da Conferência Nacional dos Institutos Seculares (CNIS); Laudelino Augusto, presidente do Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB); padre Reginaldo Lima, assessor da Comissão Episcopal pastoral para os Ministérios Ordenados e Vida Consagrada da CNBB, e os três assessores da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato, padre Carlos Sávio (Setor Juventude), professor Geraldo Aguiar (Setor Leigos) e professor Sérgio Coutinho (Setor CEBs).
O evento foi promovido pelas Comissões Episcopais Pastorais para o Laicato e para os Ministérios Ordenados e Vida Consagrada da CNBB e terminou no último domingo, 27, em Goiânia (GO).
Além da Canção Nova, participaram as comunidade Face de Cristo, Sementes do Verbo, Nova Aliança, Palavra Viva, Aliança de Misericórdia, Obra de Maria, Bom Pastor, Mar a Dentro, Arca da Aliança, Shalom, Doce Mãe de Deus, Pantokrator e Comunidade de Jesus.
Luzia Santiago enfatizou a surpresa com que recebeu o convite para o evento. “Sempre foi um anseio não só da Canção Nova, mas das demais comunidades por este diálogo com as Comissões da CNBB”, disse. “Espero que este seminário possa ser um momento para que nos deixemos conhecer, nos revelar, porque é somente conhecendo que se ama e assim podermos trabalhar mais pela evangelização do Brasil”, acrescentou.
Já para irmã Maria Angélica, da Comunidade Sementes do Verbo, receber o convite para participar deste encontro foi como uma “ação de graças”. Para ela, o seminário foi “um chamado para a comunhão, pois na Casa de Deus, que é nossa mãe Igreja, há muitas moradas, cada uma com uma cor, com um formato, mas formamos uma única Igreja”.
O assessor teológico das Conferência Nacional dos Religiosos (CRB), padre Márcio Fabri dos Anjos, disse que a apresentação de cada uma das Novas Comunidades revelou “uma espiritualidade que busca um sentido forte de vida para si próprio, não somente de forma isolada, mas também comunicativa, envolvente, eixo da relação e da alegria com um jeito de vida moderna e pós-moderna simultaneamente”.
“Existem dois inegáveis interlocutores persistentes nestas experiências: os jovens e os pobres. As Novas Comunidades resgatam o amor aos jovens e aos pobres e mostram uma face de compromisso com a mensagem cristã. Há, de fato, um desejo para se chegar aos pobres e aos jovens com uma mensagem de libertação”, observou.
Três questões marcaram a discussão dos participantes: qual a relação das Novas Comunidades com a Igreja diocesana? Quais desafios e dificuldades das Novas Comunidades hoje? O que esperam deste diálogo com a CNBB? Além disso, aconteceu também uma conferência de padre Wagner Ferreira da Silva, sobre a relação entre as Novas Comunidades e as Igrejas locais diocesanas.
Para o Bispo de Santarém (PA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, Dom Esmeraldo Barreto de Farias, este seminário possibilitou que as Novas Comunidades conhecessem melhor as propostas que a CNBB traz para o trabalho evangelizador e, por outro lado, o seminário foi um momento oportuno e eficaz para conhecer melhor a prática das Novas Comunidades.
Já para a membro do Conselho Geral da Comunidade Católica Shalom, Gabriela Dias, este seminário renovou ainda mais o desejo nas comunidades novas de serem colaboradoras dos bispos neste processo de evangelização. Para padre Wagner Ferreira este seminário foi uma grande oportunidade de se viver a comunhão eclesial.
Segundo o Bispo emérito de Catanduva (SP) e referencial do Setor Leigos da CNBB, Dom Antônio Celso Queiroz, “nada substitui a gente conhecer as pessoas, ter uma boa conversa com elas, conviver; enquanto não dermos estes passos não haverá planejamento no futuro, por isso, o encontro foi muito positivo”.
Os representantes das Novas Comunidades foram convidados a participar de uma reunião no próximo mês de abril, junto com o Setor Leigos, visando preparar o Encontro Nacional de Movimentos e Associações Laicais que acontecerá em 2012. Por outro lado, os membros das Novas Comunidades convidaram a representação da CNBB a participar, em julho, na cidade de Fortaleza (CE), do Encontro das Novas Comunidades.
Além dos representantes das Novas Comunidades, Dom Antônio Celso, Dom Esmeraldo e padre Márcio Fabri, participaram do seminário: Dom Celso Queirós (Bispo emérito de Catanduvas-SP), Dom Eduardo Pinheiro (auxiliar de Campo Grande-MS); Dom Bernardino Marchió (Caruaru-PE), Dom Antônio Carlos Altieri (Caraguatatuba-SP); irmã Cleonice Castro, da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB); Helena Paludo, da Conferência Nacional dos Institutos Seculares (CNIS); Laudelino Augusto, presidente do Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB); padre Reginaldo Lima, assessor da Comissão Episcopal pastoral para os Ministérios Ordenados e Vida Consagrada da CNBB, e os três assessores da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato, padre Carlos Sávio (Setor Juventude), professor Geraldo Aguiar (Setor Leigos) e professor Sérgio Coutinho (Setor CEBs).
O evento foi promovido pelas Comissões Episcopais Pastorais para o Laicato e para os Ministérios Ordenados e Vida Consagrada da CNBB e terminou no último domingo, 27, em Goiânia (GO).
domingo, 27 de março de 2011
Ouçam a voz da experiência
■Dizia São Bernardo:
"Fica sabendo, ó cristão, que mais se merece assistir devotamente uma só Missa (na igreja), do que distribuir todas as riquezas aos pobres e peregrinar toda a Terra".
■Também disse São Tomás de Aquino:
"O martírio não é nada em comparação com a Santa Missa. Pelo martírio, o homem oferece à Deus a sua vida; na Santa Missa, porém, Deus dá o seu Corpo e o seu Sangue em sacrifício para os homens.Se o homem reconhecesse devidamente esse mistério, morreria de amor.A Eucaristia é o milagre supremo do Salvador; é o Dom soberano do Seu amor."
■E São João Maria Vianney disse:
"Agradeçamos, pois, ao Divino Salvador por Ter nos deixado este meio infalível de atrair sobre nós as ondas da divina misericórdia.A Santa Missa é uma embaixada à Santíssima Trindade; de inestimável valor; é o próprio Filho de Deus que a oferece."
■Dizia Santo Agostinho:
"Na hora da morte, as Missas à que houveres assistido, serão a tua maior consolação. Um dos fins da Santa Missa, é alcançar para ti o perdão dos teus pecados. Em cada Missa, podes diminuir a pena temporal devida aos teus pecados, pena essa que será diminuída na proporção do teu fervor.Assistindo com devoção à Santa Missa, prestas a maior das honras à Santa Humanidade de Jesus Cristo. Ele se compadece de muitas das tuas negligências e omissões. Perdoa-te os pecados veniais não confessados, dos quais, porém, te arrependes; preserva-te de muitos perigos e desgraças que te abateriam.Diminui o império de satanás sobre ti mesmo. Sufraga as almas do Purgatório da melhor maneira possível. Uma só Missa a que houveres assistido em vida, será mais salutar que muitas a que os outros assistirão por ti depois da morte. Será ratificada no Céu a bênção que do Sacerdote recebes na Santa Missa."
■E São Francisco de Assis dizia:
"Sinto-me abrasado de amor até o mais íntimo do coração pelo santo e admirável Sacramento da Santa Eucaristia e deslumbrado por essa clemência tão caridosa de Nosso Senhor, a ponto de considerar grave falta , para quem, podendo assistir a uma Missa, não o faz."
■Também disse São Boaventura:
"A Santa Missa é a obra na qual Deus coloca sob os nossos olhos todo o amor que Ele nos tem; é de certo modo, a síntese de todos os benefícios que Ele nos faz."
■São Lourenço disse:
"Nenhuma língua humana pode exprimir os frutos de graças, que atrai o oferecimento do Santo Sacrifício da Missa."
■E São Jerônimo dizia:
"Nosso Senhor Jesus Cristo nos concede tudo o que Lhe pedimos na Santa Missa; e o que mais vale é que nos dá ainda o que nem sequer cogitamos pedir-Lhe e que, entretanto, nos é necessário. Cada Santa Missa a que assistires, alcançar-te-á, no Céu, maior grau de glória."
■Também Santa Matilde:
"Todas as Missas tem um valor infinito, pois são celebradas pelo próprio Jesus Cristo, com uma devoção e amor acima do entendimento dos Anjos e dos homens, constituindo o meio mais eficaz, que nos deixou Nosso Senhor Jesus Cristo, para a salvação da humanidade."
■E afirmava São João Crisóstomo:
"Após a consagração, eu tenho visto esses milhares de Anjos formando a corte real de Jesus, em volta do tabernáculo, eu os tenho visto com meus próprios olhos."
"Fica sabendo, ó cristão, que mais se merece assistir devotamente uma só Missa (na igreja), do que distribuir todas as riquezas aos pobres e peregrinar toda a Terra".
■Também disse São Tomás de Aquino:
"O martírio não é nada em comparação com a Santa Missa. Pelo martírio, o homem oferece à Deus a sua vida; na Santa Missa, porém, Deus dá o seu Corpo e o seu Sangue em sacrifício para os homens.Se o homem reconhecesse devidamente esse mistério, morreria de amor.A Eucaristia é o milagre supremo do Salvador; é o Dom soberano do Seu amor."
■E São João Maria Vianney disse:
"Agradeçamos, pois, ao Divino Salvador por Ter nos deixado este meio infalível de atrair sobre nós as ondas da divina misericórdia.A Santa Missa é uma embaixada à Santíssima Trindade; de inestimável valor; é o próprio Filho de Deus que a oferece."
■Dizia Santo Agostinho:
"Na hora da morte, as Missas à que houveres assistido, serão a tua maior consolação. Um dos fins da Santa Missa, é alcançar para ti o perdão dos teus pecados. Em cada Missa, podes diminuir a pena temporal devida aos teus pecados, pena essa que será diminuída na proporção do teu fervor.Assistindo com devoção à Santa Missa, prestas a maior das honras à Santa Humanidade de Jesus Cristo. Ele se compadece de muitas das tuas negligências e omissões. Perdoa-te os pecados veniais não confessados, dos quais, porém, te arrependes; preserva-te de muitos perigos e desgraças que te abateriam.Diminui o império de satanás sobre ti mesmo. Sufraga as almas do Purgatório da melhor maneira possível. Uma só Missa a que houveres assistido em vida, será mais salutar que muitas a que os outros assistirão por ti depois da morte. Será ratificada no Céu a bênção que do Sacerdote recebes na Santa Missa."
■E São Francisco de Assis dizia:
"Sinto-me abrasado de amor até o mais íntimo do coração pelo santo e admirável Sacramento da Santa Eucaristia e deslumbrado por essa clemência tão caridosa de Nosso Senhor, a ponto de considerar grave falta , para quem, podendo assistir a uma Missa, não o faz."
■Também disse São Boaventura:
"A Santa Missa é a obra na qual Deus coloca sob os nossos olhos todo o amor que Ele nos tem; é de certo modo, a síntese de todos os benefícios que Ele nos faz."
■São Lourenço disse:
"Nenhuma língua humana pode exprimir os frutos de graças, que atrai o oferecimento do Santo Sacrifício da Missa."
■E São Jerônimo dizia:
"Nosso Senhor Jesus Cristo nos concede tudo o que Lhe pedimos na Santa Missa; e o que mais vale é que nos dá ainda o que nem sequer cogitamos pedir-Lhe e que, entretanto, nos é necessário. Cada Santa Missa a que assistires, alcançar-te-á, no Céu, maior grau de glória."
■Também Santa Matilde:
"Todas as Missas tem um valor infinito, pois são celebradas pelo próprio Jesus Cristo, com uma devoção e amor acima do entendimento dos Anjos e dos homens, constituindo o meio mais eficaz, que nos deixou Nosso Senhor Jesus Cristo, para a salvação da humanidade."
■E afirmava São João Crisóstomo:
"Após a consagração, eu tenho visto esses milhares de Anjos formando a corte real de Jesus, em volta do tabernáculo, eu os tenho visto com meus próprios olhos."
domingo, 20 de março de 2011
Relacionamento a três!?
- Atualmente tem sido muito comum encontrar jovens feridos, insatisfeitos e até decepcionados com o namoro. Que razão pode haver para tanto descontentamento? Será que o amor verdadeiro é uma ilusão?
Na verdade, de uma forma sorrateira, a mentalidade hedonista – da busca do prazer pelo simples prazer – do mundo de hoje tem privado a muitos de conhecer e experimentar a beleza do autêntico amor humano, dom de Deus. Tem feito especialmente nossos jovens chamarem de amor o que não passa de uma frágil atração física. Tem nos ensinado que homem e mulher precisam constantemente medir forças, que temos de tirar algum proveito do outro e mais algumas aberrações... O grande problema é que esse tipo de relacionamento está muito longe do que Deus pensa sobre o namoro e é definitivamente incapaz de satisfazer a alma humana.
Diante disso, queremos lançar sobre esses jovens um olhar de esperança e dizer: é possível hoje viver um verdadeiro amor! Para isso, olhemos, a partir de agora, o namoro com os olhos do Espírito Santo e peçamos a Ele que arranque qualquer vestígio da mentalidade do mundo que ainda possa haver em nós.
Para começar, tenhamos em mente que, se quisermos usufruir as bênçãos e colher bons frutos de um relacionamento, não podemos queimar etapas. A amizade é necessariamente o primeiro passo. Estreitar os laços, conhecer os pensamentos, os valores, as virtudes e também as fraquezas um do outro. Nunca se contentar com as aparências, mas mergulhar na simples verdade do outro. Essa é uma fase muito gratificante, porque temos a oportunidade de descobrir as grandes riquezas do outro e de lhe revelar as nossas. Vale lembrar que é também um tempo propício ao autoconhecimento, imprescindível a qualquer tipo de relacionamento. É a partir daí que o sentimento começa a tomar forma, a amadurecer. Só então a nossa razão, agora livre de paixões enganadoras, poderá ser capaz de enxergar o que realmente sentimos um pelo outro e de fazer uma opção sensata.
E aí? Estamos prontos para namorar? Calma, ainda falta algo indispensável: conhecer a vontade de Deus. É preciso que os dois estejam atentos à sua Santa Vontade e que haja sempre uma partilha sincera de suas orações. O namoro deve estar sempre embasado no Senhor, caso contrário, será algo desordenado, uma busca de ambas as partes de se satisfazerem da maneira mais egoísta: de serem amados e não de amarem (a ordem dos fatores, neste caso, altera o produto); não existirá lugar para a gratuidade, para as delicadezas e para a feliz renúncia em favor do outro. Sendo assim, podemos concluir sem medo: todo namoro deve ser um relacionamento a três. De um lado, o rapaz, com seu jeito próprio de ser se derrama em amor para com a moça. Por sua vez, a moça, com a delicadeza que lhe é peculiar, busca amar o rapaz como ele é. No centro, Aquele que é a fonte de todo amor: Deus!!!
Agora que estamos aptos para um novo tipo de relacionamento, que tal consagrá-lo a Nossa Senhora? Ela será uma ajuda necessária nos desafios do dia-a-dia. Ninguém melhor que a Mãe de Jesus para nos ensinar a viver a castidade, a dar sem esperar recompensa e a perder para que o outro ganhe. Que mulher admirável recebemos como mãe e que cuidado ela tem pelos que se lhe confiam!
Por fim, recordemos sempre que não há maior amor do que dar a vida por quem se ama. Não é isso que Jesus nos ensina?!
Estamos tendo agora, não só o prazer de escrever sobre um tema tão belo para nós e Deus, mas também a alegria de, nas nossas vidas, testemunhar isto. Passamos por cada fase, vivendo cada etapa, vencendo cada desafio. Hoje, ao olharmos para trás, comprovamos a beleza de viver o tempo de Deus para cada coisa. Pondo este mesmo olhar no presente, testemunhamos a vitória do amor humano elevado à caridade de Cristo nas nossas vidas. E no futuro? Bem, o futuro a Deus pertence, mas com certeza ansiamos um dia estarmos diante do altar selando este tão belo amor que teve início numa amizade...
Na verdade, de uma forma sorrateira, a mentalidade hedonista – da busca do prazer pelo simples prazer – do mundo de hoje tem privado a muitos de conhecer e experimentar a beleza do autêntico amor humano, dom de Deus. Tem feito especialmente nossos jovens chamarem de amor o que não passa de uma frágil atração física. Tem nos ensinado que homem e mulher precisam constantemente medir forças, que temos de tirar algum proveito do outro e mais algumas aberrações... O grande problema é que esse tipo de relacionamento está muito longe do que Deus pensa sobre o namoro e é definitivamente incapaz de satisfazer a alma humana.
Diante disso, queremos lançar sobre esses jovens um olhar de esperança e dizer: é possível hoje viver um verdadeiro amor! Para isso, olhemos, a partir de agora, o namoro com os olhos do Espírito Santo e peçamos a Ele que arranque qualquer vestígio da mentalidade do mundo que ainda possa haver em nós.
Para começar, tenhamos em mente que, se quisermos usufruir as bênçãos e colher bons frutos de um relacionamento, não podemos queimar etapas. A amizade é necessariamente o primeiro passo. Estreitar os laços, conhecer os pensamentos, os valores, as virtudes e também as fraquezas um do outro. Nunca se contentar com as aparências, mas mergulhar na simples verdade do outro. Essa é uma fase muito gratificante, porque temos a oportunidade de descobrir as grandes riquezas do outro e de lhe revelar as nossas. Vale lembrar que é também um tempo propício ao autoconhecimento, imprescindível a qualquer tipo de relacionamento. É a partir daí que o sentimento começa a tomar forma, a amadurecer. Só então a nossa razão, agora livre de paixões enganadoras, poderá ser capaz de enxergar o que realmente sentimos um pelo outro e de fazer uma opção sensata.
E aí? Estamos prontos para namorar? Calma, ainda falta algo indispensável: conhecer a vontade de Deus. É preciso que os dois estejam atentos à sua Santa Vontade e que haja sempre uma partilha sincera de suas orações. O namoro deve estar sempre embasado no Senhor, caso contrário, será algo desordenado, uma busca de ambas as partes de se satisfazerem da maneira mais egoísta: de serem amados e não de amarem (a ordem dos fatores, neste caso, altera o produto); não existirá lugar para a gratuidade, para as delicadezas e para a feliz renúncia em favor do outro. Sendo assim, podemos concluir sem medo: todo namoro deve ser um relacionamento a três. De um lado, o rapaz, com seu jeito próprio de ser se derrama em amor para com a moça. Por sua vez, a moça, com a delicadeza que lhe é peculiar, busca amar o rapaz como ele é. No centro, Aquele que é a fonte de todo amor: Deus!!!
Agora que estamos aptos para um novo tipo de relacionamento, que tal consagrá-lo a Nossa Senhora? Ela será uma ajuda necessária nos desafios do dia-a-dia. Ninguém melhor que a Mãe de Jesus para nos ensinar a viver a castidade, a dar sem esperar recompensa e a perder para que o outro ganhe. Que mulher admirável recebemos como mãe e que cuidado ela tem pelos que se lhe confiam!
Por fim, recordemos sempre que não há maior amor do que dar a vida por quem se ama. Não é isso que Jesus nos ensina?!
Estamos tendo agora, não só o prazer de escrever sobre um tema tão belo para nós e Deus, mas também a alegria de, nas nossas vidas, testemunhar isto. Passamos por cada fase, vivendo cada etapa, vencendo cada desafio. Hoje, ao olharmos para trás, comprovamos a beleza de viver o tempo de Deus para cada coisa. Pondo este mesmo olhar no presente, testemunhamos a vitória do amor humano elevado à caridade de Cristo nas nossas vidas. E no futuro? Bem, o futuro a Deus pertence, mas com certeza ansiamos um dia estarmos diante do altar selando este tão belo amor que teve início numa amizade...
quinta-feira, 17 de março de 2011
A tua vontade

Faze de mim como folha ao vento que se deixa sempre transportar
Mesmo se não sabe, não sabe nunca onde pousará
Faze de mim como água do mar, que se deixa sempre ondejar
Sem nunca saber, sem saber quando retornarão
Porque,ó Deus, o vento e o mar
Ou mesmo o sol, é teu amor!
Porque ó Deus, partir ou voltar
Sofrer ou cantar, é sempre amor.
Faze de mim como neve ao sol, que se deixa acariciar sem temor
Sabendo que depois, depois ao se dissolverá
Porque ó Deus a Tua vontade é sempre amor, és sempre Tu.
http://www.vagalume.com.br/ghislaine-cantini/a-tua-vontade.html#ixzz1GuO4eDHE
Evangelho do dia
Mt 7,7-12
"Pedi e vos será dado! Procurai e encontrareis! Batei e a porta vos será aberta! Pois todo aquele que pede recebe, quem procura encontra, e a quem bate, a porta será aberta. Quem de vós dá ao filho uma pedra, quando ele pede um pão? Ou lhe dá uma cobra, quando ele pede um peixe? Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai que está nos céus dará coisas boas aos que lhe pedirem! Tudo, portanto, quanto desejais que os outros vos façam, fazei-o, vós também, a eles. Isto é a Lei e os Profetas.
1. Leitura (Verdade - O que a Palavra diz?
Leio com atenção o texto indicado para o dia: Mt 7,7-12. Jesus usa alguns verbos na voz ativa, que me sugerem atitudes dinâmicas: "peçam", "procurem" "batam". E garante-me que, a todas estas atitudes, terei uma resposta positiva. E mais: para garantir que Deus tem cuidado e atenção por nós, usa a imagem do pai que não engana seu filho dando-lhe pedra em lugar de pão. E vai mais longe: se um pai só dá coisas boas a seu filho, muito mais o Pai do céu. Finalmente, recomenda-me fazer aos outros o que desejo que me façam: "Façam aos outros o que querem que eles façam a vocês".
"Pedi e vos será dado! Procurai e encontrareis! Batei e a porta vos será aberta! Pois todo aquele que pede recebe, quem procura encontra, e a quem bate, a porta será aberta. Quem de vós dá ao filho uma pedra, quando ele pede um pão? Ou lhe dá uma cobra, quando ele pede um peixe? Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai que está nos céus dará coisas boas aos que lhe pedirem! Tudo, portanto, quanto desejais que os outros vos façam, fazei-o, vós também, a eles. Isto é a Lei e os Profetas.
1. Leitura (Verdade - O que a Palavra diz?
Leio com atenção o texto indicado para o dia: Mt 7,7-12. Jesus usa alguns verbos na voz ativa, que me sugerem atitudes dinâmicas: "peçam", "procurem" "batam". E garante-me que, a todas estas atitudes, terei uma resposta positiva. E mais: para garantir que Deus tem cuidado e atenção por nós, usa a imagem do pai que não engana seu filho dando-lhe pedra em lugar de pão. E vai mais longe: se um pai só dá coisas boas a seu filho, muito mais o Pai do céu. Finalmente, recomenda-me fazer aos outros o que desejo que me façam: "Façam aos outros o que querem que eles façam a vocês".
quarta-feira, 16 de março de 2011
O sexo nos planos de Deus

Acredito que o sexo na visão cristã gera grande dúvidas e polêmicas, por isso nesse tempo da quaresma seja interessante quebrarmos certos tabus. Compartilho com vocês um artigo escrito pelo professor Felipe Aquino.
Deus não quer sexo sem vida, mas também não quer vida sem sexo
Você sabe qual o sentido do sexo no plano de Deus? O sexo une e é benéfico para o relacionamento. Todavia, Deus Pai é categórico ao propor que ele seja feito apenas dentro do matrimônio. O Senhor não inclui em Seus planos a vivência do sexo fora ou antes do casamento. A vivência sexual entre o homem e a mulher tem dois sentidos no plano divino: unitivo e procriativo. O Criador disse para o casal: "Sede fecundos e multiplicai-vos, enchei a terra" (cf. Gn 1,28), e ela não está cheia ainda. Falta muito para enchê-la e, para isso, o Senhor deu ao casal a vida sexual.
Deus não quer sexo sem vida, mas também não quer vida sem sexo. Ele não quer que se tenha vida sexual e se impeça a vida de acontecer. Vida sem sexo, gerada num tubo de ensaio, gerada por fertilização, inseminação artificial, não está nos planos de Deus. Para que haja o ato sexual deve haver corações abertos à vida. Essa é a dimensão da procriação. Não há nada mais lindo neste mundo do que a maternidade e a paternidade.
O ser humano é gerado pelo ato sexual, o ato da vida. Para o casal, ele é uma fonte de vida, por isso é um ato grandioso e digno. Contudo, no mundo, o sexo encontra-se maltratado, sujo, profanado, prostituído, comercializado e, dessa forma, é comum na mente de algumas pessoas a imagem desse ato [sexo] como algo impuro, ruim.
Não, o sexo é algo belo! Há pessoas que, antes de praticarem o ato sexual, viram o crucifixo de costas, retiram as imagens sagradas do quarto, porque não compreendem a dignidade desse ato.
Além do aspecto procriativo do sexo, resta ainda o aspecto unitivo, ou seja, que une o casal. Deus disse para o casal: "Sereis uma só carne" (cf. Mc 10,8), e esta expressão significa: "Serão um só coração, uma só alma, terão um só projeto de vida, serão um". É o que o Todo-poderoso quer para o casal. Ele quer que, no momento de gerar um filho, o casal seja um. Um pelo ato sexual, que é exatamente a celebração do amor conjugal.
O sexo para o casal é a celebração mais profunda do amor conjugal, o ápice do amor. O sentimento amoroso pode ser expresso de inúmeras maneiras: dando uma flor para a pessoa amada, um abraço, um telefonema quando se está longe... Porém, a forma mais intensa, mais profunda e radical de expressá-lo é através do ato sexual, no qual não estão mais presentes as palavras; estão os corpos, a sensibilidade, os corações entregando-se um ao outro.
Do livro 'A Cura da nossa Afetividade e Sexualidade' - Editora Canção Nova
Felipe Aquino
Você sabe qual o sentido do sexo no plano de Deus? O sexo une e é benéfico para o relacionamento. Todavia, Deus Pai é categórico ao propor que ele seja feito apenas dentro do matrimônio. O Senhor não inclui em Seus planos a vivência do sexo fora ou antes do casamento. A vivência sexual entre o homem e a mulher tem dois sentidos no plano divino: unitivo e procriativo. O Criador disse para o casal: "Sede fecundos e multiplicai-vos, enchei a terra" (cf. Gn 1,28), e ela não está cheia ainda. Falta muito para enchê-la e, para isso, o Senhor deu ao casal a vida sexual.
Deus não quer sexo sem vida, mas também não quer vida sem sexo. Ele não quer que se tenha vida sexual e se impeça a vida de acontecer. Vida sem sexo, gerada num tubo de ensaio, gerada por fertilização, inseminação artificial, não está nos planos de Deus. Para que haja o ato sexual deve haver corações abertos à vida. Essa é a dimensão da procriação. Não há nada mais lindo neste mundo do que a maternidade e a paternidade.
O ser humano é gerado pelo ato sexual, o ato da vida. Para o casal, ele é uma fonte de vida, por isso é um ato grandioso e digno. Contudo, no mundo, o sexo encontra-se maltratado, sujo, profanado, prostituído, comercializado e, dessa forma, é comum na mente de algumas pessoas a imagem desse ato [sexo] como algo impuro, ruim.
Não, o sexo é algo belo! Há pessoas que, antes de praticarem o ato sexual, viram o crucifixo de costas, retiram as imagens sagradas do quarto, porque não compreendem a dignidade desse ato.
Além do aspecto procriativo do sexo, resta ainda o aspecto unitivo, ou seja, que une o casal. Deus disse para o casal: "Sereis uma só carne" (cf. Mc 10,8), e esta expressão significa: "Serão um só coração, uma só alma, terão um só projeto de vida, serão um". É o que o Todo-poderoso quer para o casal. Ele quer que, no momento de gerar um filho, o casal seja um. Um pelo ato sexual, que é exatamente a celebração do amor conjugal.
O sexo para o casal é a celebração mais profunda do amor conjugal, o ápice do amor. O sentimento amoroso pode ser expresso de inúmeras maneiras: dando uma flor para a pessoa amada, um abraço, um telefonema quando se está longe... Porém, a forma mais intensa, mais profunda e radical de expressá-lo é através do ato sexual, no qual não estão mais presentes as palavras; estão os corpos, a sensibilidade, os corações entregando-se um ao outro.
Do livro 'A Cura da nossa Afetividade e Sexualidade' - Editora Canção Nova
Felipe Aquino
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